Quem lê esse blog de vez em quando sabe que eu sempre levo a Catarina ao Parque das Bicicletas. Nosso passeio de quase todos os finais de semana. Além do parque ser praticamente o quintal de casa, fica há três quarteirões de distância, todo final de semana, sábado E domingo, das 10h00 às 14h00, tem uma ONG, ligada à Prefeitura, que faz diversas atividades para as crianças.
Quem tem criança em casa TEM que conhecer esse parque aos finais de semana. É muito divertido e tudo é de graça (menos aluguel de bike): Tem piscina de bolinhas, cama elástica, espaço de brinquedos com fantoches e fantasias, espaço da leitura com vários livros, contação de histórias, pintura com tinta guache, vários jogos para os mais velhos, tanto de tabuleiro quanto de bolas, escola de circo, oficina de arte e artesanato...É muita coisa legal!
Tá certo que é tudo meio velho e acaba ficando sujo, pois todas as brincadeiras são feitas ao ar livre, mas isso não impede a diversão e, óbvio, as crianças nem percebem.
E, ainda, dá pra alugar bicicletas de todos os tamanhos, inclusive daquelas que vão dois pedalando na frente, sei lá eu como chama aquilo.
O parque fica na Av. Indianópolis, esquina com a Ibirapuera, em Moema. É o início da ciclovia dos domingos. Ano passado eles pararam as brincadeiras durante o inverno, mas esse ano tem sido contínuo. Até porque, tem feito muito mais calor que frio nesse inverno, hein, São Pedro?
Só hoje fomos duas vezes ao parque!
Catarina já está super acostumada e enturmada com as atividades. Chega e quer logo entrar na piscina de bolinhas, entra no parque e já vai logo apontando e falando "bolinha, bolinha" e pede pra sair do carrinho
Fica um pouquinho por lá, pega uma bolinha, me mostra e tenta adivinhar a cor da bola. Ela ainda não aprendeu as cores, pra todas as perguntas: "Que cor é essa, Catarina?" Ela responde "amaiela". Mas hoje, com essa bolinha aí na mão, eu perguntei, ela parou um instante, pensou e respondeu : "roisa". E quando já estávamos em casa, à tarde, eu mostrei uma calça cor-de-rosa e a danadinha acertou de novo...Não sei se foi chute, se o "roisa" é o novo "amaielo", ou se ela já aprendeu qual é a cor rosa. Vamos acompanhar.
Aí, ela mesma pede pra sair da piscina e vai correndo pra outro lugar, geralmente pra onde estão os instrumentos musicais e pega em todos, bate, chacoalha, assopra, troca com as outras crianças, claro que as vezes sai uma briguinha ou outra, mas nada que estrague o passeio. Ontem meu pai foi lá nos encontrar:
De repente, ela sai correndo, vou atrás e pergunto: Onde ce vai, menina? Resposta: "bincá" e continua rumo aos brinquedos que ficam por ali à disposição, dá pra ter uma idéia (Gente, esse corretor ortográfico tá mandando eu tirar o acento da minha idéia...tsc tsc. Onde já se viu? Minha IDÉIA é com acento pro resto da vida. Assim como o trema será mantido na minha redação.), Enfim...por essas fotos e vídeos mais antigos, dá pra se ter uma IDÉIA da área de brinquedos, fantoches e fantasias que, apesar de ser ao ar livre, fica de baixo de umas tendas, então, tem uma sombrinha gostosa:
Geralmente no final do passeio, até porque depois disso o único destino possível é o banho, nós vamos pra pintura. Sempre a pedido da Cata: "a tita, a tita" E lá vamos nós sujar nossas mãos e roupas!
Na primeira vez, desavisada, deixei ela brincar assim, de roupa e tenis.
Hoje, mais escolada, Catarina foi top less, olha que delícia de brincadeira!
Diz aí se o parque não é o máximo? À tarde voltamos lá pra andar de motoca e brincar no parquinho, as brincadeiras já tinham acabado. Não é tão divertido, mas também vale a pena, principalmente se a gente encontra alguma criança que simpatize com a nossa, como ocorreu hoje: Catarina brincou no carrinho do Bernardo e ele na motoca dela. Na hora de ir embora deu até choradeira, que eles não queriam destrocar os brinquedos.
E, só pra ficar guardado pra posteridade: Catarina aprendeu a falar o sobrenome dela. Coisa mais gostosa desse mundo!!! Vejam:
Outro dia, durante um almoço de final de semana, só eu e Júnior em casa enquanto Catarina tirava seu cochilo vespertino, tudo muito bom, tudo muito bem quando, de uma hora pra outra, sem nenhum aviso ou interpelação, meu marido solta essa: “Você não acha que já está na hora de pensarmos no segundo filho?” E eu, meio engasgada de susto, disse na lata: ACHO QUE NÃO.
Silêncio.
Argumentos.
Diz o Júnior que é bom ter logo dois filhos, um atrás do outro, mais prático, você já está acostumado com um bebê em casa e vem outro em seguida, nem dá tempo de pensar duas vezes. Eu, hein! Credo. Deve ser bom ter filhos assim, seqüencialmente, pra quem vive fora de casa, só pode ser. Imagina cuidar de dois bebês ao mesmo tempo? Certamente ambos perderão colo e dedicação.
Segundo meu marido, “dizem” que é melhor ter o segundo filho logo, pois a casa já está toda adaptada para um bebê. Gente!! E a mãe?? E o primogênito, tadico?I?
Minha programação é começar a pensar no segundo filho no início do ano que vem, quando a Catarina completará 2 anos e iniciará a escolinha. Mas, sinceramente, estou muito bem acomodada só com uma filha. Não sinto a necessidade de outra criança, além de, ao contrário Júnior, achar muito cedo.
Sou da seguinte opinião: O próximo filho tem que vir quando o anterior já está com mais de três anos e não precisa mais de (muito) colo. Imagina se eu tivesse outro filho agora? Catarina morreria de ciúmes e depressão de tão grudada que ela é em mim.
O pior de tudo é quando eu falo que não penso em ter um segundo filho e os outros me olham como se eu fosse a pessoa mais egoísta do mundo. “Como assim deixar a Catarina ser filha única? É imprescindível pra felicidade dela ter um irmão pra aprender a dividir as coisas!”
Essa pressão pelo segundo filho me irrita de um tanto! É bem capaz que eu decida por não engravidar de novo só pra não fazer o que OS OUTROS acham que eu devo.
Minha visão dos fatos é completamente diferente. Em primeiro lugar, meu casamento deu uma balançada forte depois do nascimento da Catarina e só voltou aos trilhos há pouco. Ou seja, antes de pensar em ter mais um filho, preciso ver se o casamento vai mesmo vingar. Ponto. Depois, precisamos pensar se uma nova “crise pós parto” será superada e se estamos dispostos a passar por tudo isso mais uma vez, matrimonialmente falando.
Realmente não acho que um irmão seja uma necessidade básica e indispensável na vida de uma criança. Muito pelo contrário, poderemos conceder muito mais conforto pra Catarina sem outro filho que, invariavelmente, nos trará o dobro das despesas.
Por certo que a Catarina conviverá com muitas outras crianças, tanto na escola quanto no prédio, que tem umas dez crianças que regulam com a idade dela, além dos primos, Bebela e João, mais os amiguinhos que fará no Clube, ou seja, não será a ausência de um irmão que fará com que a Cata se sinta só.
Sem contar no quesito “espaço”. Meu apartamento é relativamente grande, temos uma sala enorme e uma varanda gigante, seria até pecado afirmar que não temos espaço para outra criança.
Maaaas, em compensação, os quartos, além de pequenos, já estão inteiramente ocupados, são três: o nosso de casal, o da Cata e o escritório do Júnior, onde ele passa as noites jogando no computador e onde é permitido (em termos) que ele faça a bagunça que deseja, tanto com aquela montanha de papéis empilhados em cima da escrivaninha, quanto com a outra montanha, a de roupas largadas no chão. Além disso, a gente não divide banheiro, o Júnior só usa o banheiro do escritório e eu o do nosso quarto. Ou seja, sem esse escritório nosso casamento não dura nem uma semana. Aposto. Imagina se eu vou aturar montanhas de bagunça do meu quarto? De jeito nenhum!
E aí? Onde vai ser o quarto do segundo filho? A não ser que o Júnior abra mão de jogar videogame e ficar no computador toda noite, mude toda a bagunça do escritório para o consultório dele, comece a guardar papéis em pastinhas e as roupas em seus devidos lugares... QUÉDIZE...Quem nos conhece pessoalmente percebeu minha ironia. Definitivamente, é impossível que aconteça tudo isso. Além do mais, teríamos que definir horários para a utilização do nosso banheiro. Podemos até ter espaço em casa, mas não temos um quarto pro segundo filho. Fato.
Outra implicância minha é com relação à gravidez em si. A gestação da Catarina foi muito tranqüila, sem nenhum percalço, tirando o caso da translucência nucal, que não deu em nada, alguma dor de cabeça, sono e cansaço, passei a gravidez inteira ótima. Mas eu realmente não curti ESTAR grávida. Não gostei da mudança no meu corpo (com exceção do meu cabelo que ficou lindo, mas caiu tudo na amamentação...), daquele peso todo (e ter que emagrecer tudo depois...), me achava bem feiosa, tanto é que tenho pouquíssimas fotos dessa época. Quis nem registrar.
Só de pensar em passar por tudo isso novamente, me dá uma preguiça monstro. É isso mesmo. Confesso: Morro de preguiça de engravidar de novo! Ufa!
Por outro lado, me vem a lembrança do parto e dos primeiros meses da Catarina, que foram tão tranqüilos e compensadores e, hei de fazer nova confissão: Tenho uma mini vontadezinha de parir novamente!!
Os quatro meses de licença maternidade foram tão incríveis... Foi o NOSSO momento! Eu e ela! Passava meus dias em função da Cata e nenhuma vez, nem por um instante, quis mudar aquilo. Nunca pensei em sair pra espairecer, pegar um cineminha ou jantar fora pra mudar um pouco de ares, sabe? Nunca. Fazia questão de estar sempre junto da Catarina. Dependência total da minha filhota. Soa até um pouco doentio, mas é a mais pura verdade. E acompanhar todo o crescimento, diariamente, curtir cada momento mágico ao lado desse serzinho que está crescendo e evoluindo a passos (MUITO!) largos sob a minha aba é tão gratificante que...gente! Será que eu quero ter um segundo filho??
Bom, pelo menos por enquanto, ainda não. Até o ano que vem permaneceremos assim, só com a Catarina. No início de 2012, dependendo dos acontecimentos, pensaremos num irmãozinho (tenho a impressão de que será outra menina...).
O Júnior também precisa pensar melhor nessa vontade dele, pois a resposta que ele me deu quando eu perguntei porque ele pensava em ter o segundo filho não me convenceu nenhum pouquinho: Porque “dizem” que é mais prático. Ah Vá?!? Você jura que quer ter outro filho agora porque os outros acham melhor? Francamente!
Eu ainda estou bem dividida nessa questão e só vou decidir engravidar quando tiver 100% certeza do que eu quero. Assim como foi na gravidez da Catarina, será tudo devidamente decidido e controlado POR MIM!! Pois é, caso ainda não tenham percebido, sou dessas maníacas por controle.
Quinta-feira passada fomos pra Marília visitar meus avós, o Biso Chico e a Bisa Ivone. Fizemos ótima viagem, Catarina se comportou como uma mocinha no avião. Chegamos na hora do almoço (dos adultos, pois a Cata já tinha almoçado às 10:30 no aeroporto!), fazia uma calor abafado de 30 graus.
No taxi, indo pro aeroporto e fazendo carão.
Logo de cara Catarina ganhou um monte de brinquedos, Biso Chico providenciou uma capa protetora para a mesinha de centro e a sala da casa da minha avó virou uma verdadeira brinquedoteca:
O presente predileto foi a cadeirinha. Catarina escolheu a rosa para si, a outra, azulzinha, é da Lalá. Ambas foram arrastadas prum lado e pro outro durante toda a nossa estadia. O vizinho de baixo deve estar sentindo falta da gente!
Matamos a saudade!
Atividade predileta: ler
Mexendo onde não deve. Computador da Bisa.
Depois de muita brincadeira, Catarina super hiper agitada, nem tirou seu cochilinho da tarde, resolvemos dar um pulinho no Confiança que é o super mercado mais lindo e legal que existe, tem até parque de diversões, olha que máximo:
Voltamos pra casa dos Bisos e o sono chegou bem cedinho. Catarina capotou!
Antes de capotar de sono.
Na manhã seguinte já tínhamos nosso passeio matutino agendado: Às 11 horas fomos ao Banco. Isso mesmo, o Biso Chico foi exibir sua bisnetinha. Primeiro no Bradesco e depois no HSBC. Reza a lenda que ele fez exatamente o mesmo comigo, quando eu nasci.
Compromissos bancários cumpridos, partimos pro Sítio. Na verdade, na minha época de criança, era um sítio mesmo, onde meu avô criava alguns animais. Lembro que toda manhã levantávamos bem cedinho e íamos buscar leite, na volta passávamos pra deixar um galão na casa da minha Bisa Pequenina. Eu sempre ia no porta-malas da Belina e em qualquer chacoalhada do carro o Vô Chico falava: "Seguuuuuuuuuura passarito!!".
Nessa época não tinha piscina, nem churrasqueira e a casa do Sítio serviu de primeiro lar dos meus pais recém casados. Inclusive, houve boatos de que eu fui "fabricada" naquela casa.
Hoje em dia tá mais pra chácara do que pra sítio, nossa área de lazer é a piscina e churrasqueira, tudo construído depois que eu já estava bem crescidinha (quando criança, a piscina que eu frequentava em Marília era do Clube Yara ou a da casa da Tia Bárbara, isso se tivesse uma boa alma pra me levar...). Hoje, nosso paraíso é esse:
Lá em baixo, a casa principal do sítio continua de pé e quem a habita são os caseiros: Seu Augusto e a Dona Maria que criam alguns animais, aos quais Catarina se apegou de tal forma que nem eu acredito. Ela sempre gostou de cachorro, quando avista um pela rua, grita e chama, até chegar perto e dar chilique de tanto medo. Nunca tinha passado a mão num animal espontaneamente.
Dona Maria, Catarina se encantou por ela.
Mas, lá no sítio, esse medo se foi já no primeiro dia. Passou a mão na "Cabrita" do Seu Augusto:
Esse feioso aqui no cantinho é o Tiziu, tem um vídeo ótimo dele mais pra frente.
Cabrita e a Fia, sua bebezinha
E Catarina virou BFF da Brigite e da Bernadete, as cachorrinhas do Vô Chico, como vocês poderão se deliciar nos filminhos. Uma coisa!! Ficou tão íntima das cachorrinhas que a marronzinha deu uma avançada nela, de tanto que a Catarina meteu a mão em sua comida...
Deu até comida na boca da cachorra.
Novamente lá em baixo, se encantou com os carneirinhos e tentou se comunicar na lingua do mééééé:
Seu Augusto e seus carneirinhos.
Fez a íntima do cachorrinho Tiziu (cãozinho mais bonitinho da vida, not!), mandou ele pular e, precavida e receosa, emendou um :"Ni mim não!"
Tentou fazer amizade com o Burro, mas não deu muito certo:
Enfim, explorou o sítio todos os dias. Tínhamos que descer (várias vezes por dia!), a pedido da própria Catarina, que queria ver o Zezé (de Camargo), o galo cantor que o Seu Augusto foi buscar lá em Bauru e custou R$ 400,00.
Chamando o Zezé
O próprio Zezé, o galo cantor
Olha a cantoria do Zezé:
E nossa viagem foi assim, passávamos o dia no Sítio, bem tranquilos, muita natureza e muita comilança. Até a Catarina se mostrou faminta. E ainda fez eu e a Tia Marina passarmos vergonha com a Dona Maria. Estávamos lá embaixo vendo os animais que tanto agradaram minha filhota quando, não mais que de repente, Catarina nos viu sentados na mesa do terraço, na casa do Seu Augusto, e soltou: "Papá, mamãe!". Não parou por aí: "Bejão!" (traduzindo: feijão) "Carne!" E assim ficou, pedindo comida. Como a Dona Maria não nos ofereceu nada, eu e Tia Marina tratamos de subir pra não piorar a situação...rererere
Além de interagir com os animais, a Catarina brincou bastante na terra, aliás, comeu uma pouco de terra misturada com cocô de carneiro...Será que tem que tomar vermífugo?
Tentou subir no tronco e levou maior tombo. Caiu pra trás de cabeça no chão. Nada grave.
Tomou água de coco, fruto cultivado lá no Sítio mesmo. Também colheu limão e mamão. Descobriu uma bananeira e conheceu uma pipa.
No domingo fomos à missa das crianças. Cerimônia muito legal e agradável, com música, palmas bracinhos pro alto. Adorei. E Cata se comportou tão direitinho. Foi lindo. Vou procurar uma missa assim aqui em São Paulo pra levá-la de vez em quando. Me fez muito bem.
Olha a roupa da missa. rerere.
A amiguinha do banco da frente é a Eloá, irmã do Emanuel. Dois fofos! E ganharam um real cada um do Padre, pra entrar na Igreja carregando o vinho. hihihihihi
As quatro gerações indo à missa. Tudo carola!
Nem preciso dizer que o Biso Chico ficou encantado com a Cata, né? Paixão de primeira! No início, talvez por conta dos curativos no nariz e braço do vô, ela ficou com um pouco de aflição e não quis chegar muito perto dele. Mas, passada essa primeira impressão, foi tudo ótimo, curtiu bastante o colo do Biso, tanto que teve um momento mágico em que a Catarina ergueu os bracinhos, espontaneamente, para dar um abraço no vô Chico. E ela fala direitinho "Biso" e "Vô Chico".
Tio Fran também curtiu muito nossa princesinha!
Aí, a Bisa Ivone resolveu ensiná-la uma palavra feia... O primeiro palavrão da Catarina foi ensinado por ela: CAGÃO! hihihihihi Pior de tudo é que a bisa ensinou assim: "O Biso é cagão!" E olha no que deu:
E então, todo mundo rindo e achando o máximo, ela se acha a dona da situação, o centro das atenções e só chama o Biso de cagão. Teremos trabalho com essa menina!
E acabou, terça de manhã viemos embora pra São Paulo. Foi tão gostoso que agora quero ir todo mês pra Marília, pena que é longe!
Como é difícil educar os filhos, não? Temos que tomar muito cuidado para não perdermos a autoridade sobre eles. Mas eu, modéstia à parte, sou uma mãe exemplar, principalmente no quesito educação.
Abaixo segue uma sequência de filminhos que demonstra o quão obediente a Catarina é. Quem precisar de conselhos sobre educação infantil, é só me procurar. Ela faz exatamente tudo que eu peço, do jeitinho que eu quero, sempre. Nunca fala não. Tenho muito orgulho da minha filhota e do primor de obediência revelado nestes vídeos.
A idéia do filme era outra, cheguei hoje em casa querendo filmá-la pra mostrar suas habilidades linguísticas. Catarina está falando de um tudo! Impressionante. Ainda não forma frases, mas já liga uma palavra na outra como, por exemplo: "maissssh oacha" (mais bolacha no carioquês da Cata).
Hoje ela ganhou uma bola da Barbie, quem deu foi a Bisa (a do lado do Júnior) e, quando eu cheguei em casa, pensei se já não seria a hora da Catarina ganhar as minhas bonecas Barbie. Tenho duas, mais o cavalo que ela ganhou da Dinda. A primeira Barbie a gente não pode esquecer nunca. Tem que ficar registrado. Bem no finalzinho desse vídeo tem uma demonstração clara do quanto a Catarina me obedece direitinho. Vejam.
Pois é. E isso é só o começo. Logo depois ela resolveu brincar de desenhar, esvaziou o estojo delicadamente pelo chão e começou a pintar. Prestem atenção em duas coisas muito importantes: A primeira é o modo como ela pega no lápis. O Júnior que ensinou, uma graça!! A segunda: ela sabe exatamente onde pode desenhar. Só no papel, do jeitinho que eu ensinei!
Muito que bem. Depois de sentada ficou lá por hoooooras a fio, desenhando só no papel. Ok, vai, mentira. Quis sair da cedeira em menos de dois segundos. Mas, pelo menos, não tacou nada no chão. RISOS. E quando eu perguntei quem iria guardar os lápis. Ela me responde, na lata: A Jú! (nota importante da mãe: No final da brincadeira, a fiz guardar tudo no estojo, batendo palma a cada lápis colocado em seu lugar. Não tem filme, mas isso eu juro que é verdade. Não me crucifiquem.)
Podem reparar que ela não me desafia, não faz malcriação e nem disfarça (dançando) quando leva uma bronca.
Agora esse é demais! Quer saber como é que se faz birra? Aprendam com a Catarina! E vejam como ela só desenha no papel. Minha autoridade sobre ela é soberana, faz tudo que eu mando. Não testa meus limites. Muito comportadinha essa minha filha!
Então, é isso. Como já disse lá em cima, quem precisar de ajuda na criação dos filhos, pode me chamar. To dando aula de autoridade. Bom comportamento e criança obediente, a gente vê por aqui!!!