Ai, muito orgulho dessa minha filha, viu! Corinthiana roxa, vejam vocês.
Catarina em "Um Bando de Louco":
E nesse outro, corre pra ver aos 3:45 minutos o Hino do Timão:
AQUI É CORINTHIANS!!!
sábado, 20 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
O Parque das Bicicletas
Quem lê esse blog de vez em quando sabe que eu sempre levo a Catarina ao Parque das Bicicletas. Nosso passeio de quase todos os finais de semana. Além do parque ser praticamente o quintal de casa, fica há três quarteirões de distância, todo final de semana, sábado E domingo, das 10h00 às 14h00, tem uma ONG, ligada à Prefeitura, que faz diversas atividades para as crianças.
Quem tem criança em casa TEM que conhecer esse parque aos finais de semana. É muito divertido e tudo é de graça (menos aluguel de bike): Tem piscina de bolinhas, cama elástica, espaço de brinquedos com fantoches e fantasias, espaço da leitura com vários livros, contação de histórias, pintura com tinta guache, vários jogos para os mais velhos, tanto de tabuleiro quanto de bolas, escola de circo, oficina de arte e artesanato...É muita coisa legal!
Tá certo que é tudo meio velho e acaba ficando sujo, pois todas as brincadeiras são feitas ao ar livre, mas isso não impede a diversão e, óbvio, as crianças nem percebem.
E, ainda, dá pra alugar bicicletas de todos os tamanhos, inclusive daquelas que vão dois pedalando na frente, sei lá eu como chama aquilo.
O parque fica na Av. Indianópolis, esquina com a Ibirapuera, em Moema. É o início da ciclovia dos domingos. Ano passado eles pararam as brincadeiras durante o inverno, mas esse ano tem sido contínuo. Até porque, tem feito muito mais calor que frio nesse inverno, hein, São Pedro?
Fica um pouquinho por lá, pega uma bolinha, me mostra e tenta adivinhar a cor da bola. Ela ainda não aprendeu as cores, pra todas as perguntas: "Que cor é essa, Catarina?" Ela responde "amaiela". Mas hoje, com essa bolinha aí na mão, eu perguntei, ela parou um instante, pensou e respondeu : "roisa". E quando já estávamos em casa, à tarde, eu mostrei uma calça cor-de-rosa e a danadinha acertou de novo...Não sei se foi chute, se o "roisa" é o novo "amaielo", ou se ela já aprendeu qual é a cor rosa. Vamos acompanhar.
Aí, ela mesma pede pra sair da piscina e vai correndo pra outro lugar, geralmente pra onde estão os instrumentos musicais e pega em todos, bate, chacoalha, assopra, troca com as outras crianças, claro que as vezes sai uma briguinha ou outra, mas nada que estrague o passeio. Ontem meu pai foi lá nos encontrar:
De repente, ela sai correndo, vou atrás e pergunto: Onde ce vai, menina? Resposta: "bincá" e continua rumo aos brinquedos que ficam por ali à disposição, dá pra ter uma idéia (Gente, esse corretor ortográfico tá mandando eu tirar o acento da minha idéia...tsc tsc. Onde já se viu? Minha IDÉIA é com acento pro resto da vida. Assim como o trema será mantido na minha redação.), Enfim...por essas fotos e vídeos mais antigos, dá pra se ter uma IDÉIA da área de brinquedos, fantoches e fantasias que, apesar de ser ao ar livre, fica de baixo de umas tendas, então, tem uma sombrinha gostosa:
Diz aí se o parque não é o máximo? À tarde voltamos lá pra andar de motoca e brincar no parquinho, as brincadeiras já tinham acabado. Não é tão divertido, mas também vale a pena, principalmente se a gente encontra alguma criança que simpatize com a nossa, como ocorreu hoje: Catarina brincou no carrinho do Bernardo e ele na motoca dela. Na hora de ir embora deu até choradeira, que eles não queriam destrocar os brinquedos.
E, só pra ficar guardado pra posteridade: Catarina aprendeu a falar o sobrenome dela. Coisa mais gostosa desse mundo!!! Vejam:
Quem tem criança em casa TEM que conhecer esse parque aos finais de semana. É muito divertido e tudo é de graça (menos aluguel de bike): Tem piscina de bolinhas, cama elástica, espaço de brinquedos com fantoches e fantasias, espaço da leitura com vários livros, contação de histórias, pintura com tinta guache, vários jogos para os mais velhos, tanto de tabuleiro quanto de bolas, escola de circo, oficina de arte e artesanato...É muita coisa legal!
Tá certo que é tudo meio velho e acaba ficando sujo, pois todas as brincadeiras são feitas ao ar livre, mas isso não impede a diversão e, óbvio, as crianças nem percebem.
E, ainda, dá pra alugar bicicletas de todos os tamanhos, inclusive daquelas que vão dois pedalando na frente, sei lá eu como chama aquilo.
O parque fica na Av. Indianópolis, esquina com a Ibirapuera, em Moema. É o início da ciclovia dos domingos. Ano passado eles pararam as brincadeiras durante o inverno, mas esse ano tem sido contínuo. Até porque, tem feito muito mais calor que frio nesse inverno, hein, São Pedro?
Só hoje fomos duas vezes ao parque!
Catarina já está super acostumada e enturmada com as atividades. Chega e quer logo entrar na piscina de bolinhas, entra no parque e já vai logo apontando e falando "bolinha, bolinha" e pede pra sair do carrinho
Fica um pouquinho por lá, pega uma bolinha, me mostra e tenta adivinhar a cor da bola. Ela ainda não aprendeu as cores, pra todas as perguntas: "Que cor é essa, Catarina?" Ela responde "amaiela". Mas hoje, com essa bolinha aí na mão, eu perguntei, ela parou um instante, pensou e respondeu : "roisa". E quando já estávamos em casa, à tarde, eu mostrei uma calça cor-de-rosa e a danadinha acertou de novo...Não sei se foi chute, se o "roisa" é o novo "amaielo", ou se ela já aprendeu qual é a cor rosa. Vamos acompanhar.
Aí, ela mesma pede pra sair da piscina e vai correndo pra outro lugar, geralmente pra onde estão os instrumentos musicais e pega em todos, bate, chacoalha, assopra, troca com as outras crianças, claro que as vezes sai uma briguinha ou outra, mas nada que estrague o passeio. Ontem meu pai foi lá nos encontrar:
De repente, ela sai correndo, vou atrás e pergunto: Onde ce vai, menina? Resposta: "bincá" e continua rumo aos brinquedos que ficam por ali à disposição, dá pra ter uma idéia (Gente, esse corretor ortográfico tá mandando eu tirar o acento da minha idéia...tsc tsc. Onde já se viu? Minha IDÉIA é com acento pro resto da vida. Assim como o trema será mantido na minha redação.), Enfim...por essas fotos e vídeos mais antigos, dá pra se ter uma IDÉIA da área de brinquedos, fantoches e fantasias que, apesar de ser ao ar livre, fica de baixo de umas tendas, então, tem uma sombrinha gostosa:
Geralmente no final do passeio, até porque depois disso o único destino possível é o banho, nós vamos pra pintura. Sempre a pedido da Cata: "a tita, a tita" E lá vamos nós sujar nossas mãos e roupas!
Na primeira vez, desavisada, deixei ela brincar assim, de roupa e tenis.
Hoje, mais escolada, Catarina foi top less, olha que delícia de brincadeira!
E, só pra ficar guardado pra posteridade: Catarina aprendeu a falar o sobrenome dela. Coisa mais gostosa desse mundo!!! Vejam:
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
E o segundo filho, hein?
Outro dia, durante um almoço de final de semana, só eu e Júnior em casa enquanto Catarina tirava seu cochilo vespertino, tudo muito bom, tudo muito bem quando, de uma hora pra outra, sem nenhum aviso ou interpelação, meu marido solta essa: “Você não acha que já está na hora de pensarmos no segundo filho?” E eu, meio engasgada de susto, disse na lata: ACHO QUE NÃO.
Silêncio.
Argumentos.
Diz o Júnior que é bom ter logo dois filhos, um atrás do outro, mais prático, você já está acostumado com um bebê em casa e vem outro em seguida, nem dá tempo de pensar duas vezes. Eu, hein! Credo. Deve ser bom ter filhos assim, seqüencialmente, pra quem vive fora de casa, só pode ser. Imagina cuidar de dois bebês ao mesmo tempo? Certamente ambos perderão colo e dedicação.
Segundo meu marido, “dizem” que é melhor ter o segundo filho logo, pois a casa já está toda adaptada para um bebê. Gente!! E a mãe?? E o primogênito, tadico?I?
Minha programação é começar a pensar no segundo filho no início do ano que vem, quando a Catarina completará 2 anos e iniciará a escolinha. Mas, sinceramente, estou muito bem acomodada só com uma filha. Não sinto a necessidade de outra criança, além de, ao contrário Júnior, achar muito cedo.
Sou da seguinte opinião: O próximo filho tem que vir quando o anterior já está com mais de três anos e não precisa mais de (muito) colo. Imagina se eu tivesse outro filho agora? Catarina morreria de ciúmes e depressão de tão grudada que ela é em mim.
O pior de tudo é quando eu falo que não penso em ter um segundo filho e os outros me olham como se eu fosse a pessoa mais egoísta do mundo. “Como assim deixar a Catarina ser filha única? É imprescindível pra felicidade dela ter um irmão pra aprender a dividir as coisas!”
Essa pressão pelo segundo filho me irrita de um tanto! É bem capaz que eu decida por não engravidar de novo só pra não fazer o que OS OUTROS acham que eu devo.
Minha visão dos fatos é completamente diferente. Em primeiro lugar, meu casamento deu uma balançada forte depois do nascimento da Catarina e só voltou aos trilhos há pouco. Ou seja, antes de pensar em ter mais um filho, preciso ver se o casamento vai mesmo vingar. Ponto. Depois, precisamos pensar se uma nova “crise pós parto” será superada e se estamos dispostos a passar por tudo isso mais uma vez, matrimonialmente falando.
Realmente não acho que um irmão seja uma necessidade básica e indispensável na vida de uma criança. Muito pelo contrário, poderemos conceder muito mais conforto pra Catarina sem outro filho que, invariavelmente, nos trará o dobro das despesas.
Por certo que a Catarina conviverá com muitas outras crianças, tanto na escola quanto no prédio, que tem umas dez crianças que regulam com a idade dela, além dos primos, Bebela e João, mais os amiguinhos que fará no Clube, ou seja, não será a ausência de um irmão que fará com que a Cata se sinta só.
Sem contar no quesito “espaço”. Meu apartamento é relativamente grande, temos uma sala enorme e uma varanda gigante, seria até pecado afirmar que não temos espaço para outra criança.
Maaaas, em compensação, os quartos, além de pequenos, já estão inteiramente ocupados, são três: o nosso de casal, o da Cata e o escritório do Júnior, onde ele passa as noites jogando no computador e onde é permitido (em termos) que ele faça a bagunça que deseja, tanto com aquela montanha de papéis empilhados em cima da escrivaninha, quanto com a outra montanha, a de roupas largadas no chão. Além disso, a gente não divide banheiro, o Júnior só usa o banheiro do escritório e eu o do nosso quarto. Ou seja, sem esse escritório nosso casamento não dura nem uma semana. Aposto. Imagina se eu vou aturar montanhas de bagunça do meu quarto? De jeito nenhum!
E aí? Onde vai ser o quarto do segundo filho? A não ser que o Júnior abra mão de jogar videogame e ficar no computador toda noite, mude toda a bagunça do escritório para o consultório dele, comece a guardar papéis em pastinhas e as roupas em seus devidos lugares... QUÉDIZE...Quem nos conhece pessoalmente percebeu minha ironia. Definitivamente, é impossível que aconteça tudo isso. Além do mais, teríamos que definir horários para a utilização do nosso banheiro. Podemos até ter espaço em casa, mas não temos um quarto pro segundo filho. Fato.
Outra implicância minha é com relação à gravidez em si. A gestação da Catarina foi muito tranqüila, sem nenhum percalço, tirando o caso da translucência nucal, que não deu em nada, alguma dor de cabeça, sono e cansaço, passei a gravidez inteira ótima. Mas eu realmente não curti ESTAR grávida. Não gostei da mudança no meu corpo (com exceção do meu cabelo que ficou lindo, mas caiu tudo na amamentação...), daquele peso todo (e ter que emagrecer tudo depois...), me achava bem feiosa, tanto é que tenho pouquíssimas fotos dessa época. Quis nem registrar.
Só de pensar em passar por tudo isso novamente, me dá uma preguiça monstro. É isso mesmo. Confesso: Morro de preguiça de engravidar de novo! Ufa!
Por outro lado, me vem a lembrança do parto e dos primeiros meses da Catarina, que foram tão tranqüilos e compensadores e, hei de fazer nova confissão: Tenho uma mini vontadezinha de parir novamente!!
Os quatro meses de licença maternidade foram tão incríveis... Foi o NOSSO momento! Eu e ela! Passava meus dias em função da Cata e nenhuma vez, nem por um instante, quis mudar aquilo. Nunca pensei em sair pra espairecer, pegar um cineminha ou jantar fora pra mudar um pouco de ares, sabe? Nunca. Fazia questão de estar sempre junto da Catarina. Dependência total da minha filhota. Soa até um pouco doentio, mas é a mais pura verdade. E acompanhar todo o crescimento, diariamente, curtir cada momento mágico ao lado desse serzinho que está crescendo e evoluindo a passos (MUITO!) largos sob a minha aba é tão gratificante que...gente! Será que eu quero ter um segundo filho??
Bom, pelo menos por enquanto, ainda não. Até o ano que vem permaneceremos assim, só com a Catarina. No início de 2012, dependendo dos acontecimentos, pensaremos num irmãozinho (tenho a impressão de que será outra menina...).
O Júnior também precisa pensar melhor nessa vontade dele, pois a resposta que ele me deu quando eu perguntei porque ele pensava em ter o segundo filho não me convenceu nenhum pouquinho: Porque “dizem” que é mais prático. Ah Vá?!? Você jura que quer ter outro filho agora porque os outros acham melhor? Francamente!
Eu ainda estou bem dividida nessa questão e só vou decidir engravidar quando tiver 100% certeza do que eu quero. Assim como foi na gravidez da Catarina, será tudo devidamente decidido e controlado POR MIM!! Pois é, caso ainda não tenham percebido, sou dessas maníacas por controle.
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