quarta-feira, 29 de junho de 2011

Atualizações

Nossa, tenho muita coisa pra postar e vou acabar esquecendo de várias, vou resumir os acontecimentos de Junho, não necessariamente em ordem cronológica, até porque vou começar por segunda, dia 27 ;)

Consulta de rotina na pediatra: O dia já começou divertido às 7 da matina quando eu acordei a Catarina (isso pq na noite anterior ela foi dormir às 18:30 hs.!) pra arrumá-la pra médica. Ao que eu disse: Bom dia, meu amor, hj a gente vai na Tia Lú! Ela me responde algo parecido com “PAOO, PAOO” e eu fiquei meio sem entender o que ela tava dizendo, até perceber que estava falando o nome do PAULO! Olha que lindinha: Já associou que a Tia Lú é a mulher do Tio Paulo. Pena que eu tava falando da outra Lú, a Dra.

Pois bem, durante a consulta foi aquele drama dramático de sempre! Chora mais na pediatra do que quando toma vacina, uma loucura. Tenho que prender mãos, braços e pernas, parece até que estamos torturando a bichinha. Enfim: 10,960 Kg, 81 cm e continua cabeçuda. Não decorei o percentil de nada, mas está acima de todas as curvas. Manteremos a mesma alimentação e essa semana ainda tem duas vacinas, tadica!

Estamos em plena época de festa junina e, ÓBVIO que eu comprei um vestidinho a caráter pra Catarina encantar os caipiras por aí! Fomos em duas festas, a do Ipê, ver a prima Bebela dançar quadrilha, e onde a Cata se a-ca-bou de dançar na pista e a do Paulistano, onde ela ganhou, do primo Teco, um carrinho de brinquedo e uma bolona cor-de-rosa, maior do que ela, mas que o papai já consegui estourar.




A caracterização fez o maior sucesso, na primeira festa eu fiz as pintinhas no rosto, mas ela de-tes-tou, ficou apontando pra bochecha falando “não”, durante a festa acabou esquecendo, já em casa lavei o rostinho dela na frente do espelho e até hoje ela aponta pra bochecha e fala: “cabou!”. Não pintei mais minha filhota.











Na verdade, quem se pintou toda de azul foi ela própria! Em uma das brincadeiras do Parque das Bicicletas tem tinta guache e um papelão preso ao chão pra criançada sair fazendo sua arte. É demais e Catarina se pintou inteira, incluindo tênis e calça que estão manchados até hoje (achei que guache não manchava...). No final de semana seguinte eu, muito da prevenida, tirei o tênis e ela voltou pra casa com o pé inteirinho azul. Divertido!! Mas ela é tão fresquinha que, na primeira pincelada na mão já queria que eu limpasse. Mostrava a mãzinha pra mim e falava: "sujou"...kkkk, tive que pintar a minha mão inteira pra ela ver que tudo bem, podia ficar com a mão suja, e entrar na brincadeira de uma vez.







Outro passeio muito legal que fizemos foi ver a peça do Peixonauta. É um teatro com bonecos de pelúcia que são manuseados por várias pessoas ao mesmo tempo, uma graça.

Eu e o Júnior levamos a Cata e a Bella e encontramos Feca, Marcelinho, Maria e Bernardo. Catarina se empolgou num tanto que gritava “tchaaaaau” pro palco, batia palmas, chamava a personagem da Marina: “Maaaaa”. Gente, ela amou! Assim que chegamos, antes da peça iniciar, ela olhou pro palco e já deu um gritinho de felicidade. Como diz o Jairo, que a conheceu esses dias, ela é uma atriz dramática!

No meio da peça, começou a ficar irrequieta, chutar a cadeira da frente, dei uma chupeta e a nana, mas não adiantou. Aí, passei ela pra Fernanda que estava mais de frente pro palco, ela foi numa boa, chamando a Fê de mamãe...rarararara...Como assim? Sua INGRATA!! E lá ficou, no colo da Fernanda, de mão dada com o Marcelinho, se entretendo com a aventura do Peixonauta, Marina e Zico, até o final da peça. Gritou mais um pouco, bateu palmas, se divertiu. E não temos UMA foto pra contar história...

Depois da peça passamos na Sussu pra deixar a Bella e acabamos indo pra casa com Marcel, Monica, Bella e João pra ASSISTIR O SEGUNDO TEMPO DO CORINTHIANS 5 X 0 SÃO PAULO. RARARARARARARA 5PFC. Com direito a frangaaaaaço do Rogério Ceni que, por sinal, é o goleiro que mais tomou gol do Timão na vida toda. Detalhe: Hoje é quarta e ele acaba de tomar outro frango no jogo contra o Botafogo. Está no intervalo dos jogos e o Corinthians tá ganhando do Bahia por 1 a 0 e, assim, assume a liderança do Campeonato Brasileiro.


Outro dia fizemos um outro passeio que, apesar de divertido pra nós, adultos, não foi muito bom pra Cata não...Fomos ao aquário, aqui de SP mesmo, que é muito legal e super bem produzido, mas Catarina o-di-ou, morreu de medo dos peixes vindo em nossa direção. Já na entrada, o primeiro corredor é meio escuro, ela tava no meu colo, me agarrou e nunca mais soltou. Ficava falando “peixe não, peixe não, mamãe!” Tadica! Mas fizemos o passeio inteiro e em alguns pontos ela curtiu, como no aquário dos pingüins e no do Tubarão, que dava pra ver de longe.








Na verdade, o que deu medo nela, eram mesmo os peixes vindo em nossa direção, pois nos aquários em que a gente conseguia ver os peixes de cima ela gostou. E nos que expunham animais também. Achei esse passeio melhor que o Zoológico, dá pra ver os bichos mais de perto e tem toda uma produção, com barco de piratas, submarino, Pólo Norte, Vale dos Dinossauros, etc. Se bem que neste último eu tive que cobrir a cabeça da Cata e passar correndo pra ela não se assustar (somos obrigados a passar por tudo até a saída do lugar). Valeu pra gastar umas horinhas do dia, mas eu acho que é melhor pra criança mais velha. Ou menos cagona.

A Catarina é tão, mas tãããão medrosa, que tem medo da estátua de bronze do porquinho que tem lá no Parque do Ibirapuera. Morreu de medo! Fomos passear por lá numa tarde em que a Júlia e a Laís passaram por aqui. A coisa mais fofa as duas brincando junto, Catarina tentando dar beijinho na Laís e se abaixando pra dar OI (“AI”, na verdade) pra priminha. Depois atualizo aqui com fotos que foram tiradas pela minha mãe e pelo Júnior.


Bem no início do mês fomos no Circo da Turma da Mônica, programa bem gostoso de fazer e que a Catarina curtiu muito mais do que o aquário, apesar de ter ficado com medo do Duico, amigo do Júnior e palhaço/personagem do circo que logo no comecinho do espetáculo veio na platéia brincar e nos cumprimentar. Mas também, só nesse momento que a Cata deu uma choradinha, todo o resto do show foi delícia e ela se divertiu bastante. E nós também!





segunda-feira, 30 de maio de 2011

Filminhos esquecidos no celular


Comprei um cabo USB novo e, finalmente, consegui descarregar uns filminhos da Cata que fiz com meu celular e que vão desde antes dela aprender a andar. Tem uns péssimos e escuros, mas vale o registro.

























sábado, 28 de maio de 2011

Fazendinha na cidade








Ontem foi aniversário do Vô Chico, fazendeiro de mão cheia! Catarina já conheceu a Fazenda do Paraná, e estamos loucas pra voltar! Tinha até combinado de ir pra Marília agora, mas pegamos um novo cliente no escritório que me impediu, transferi nossa visita aos Bisos pra Julho, se tudo der certo.

À tarde, quando liguei pro Vô pra dar parabéns, lembrei da Fazenda (a Santa Maria) e pensei que poderíamos levar a Catarina na Fazendinha que tem aqui em São Paulo que, na verdade, é um mini sítio onde as crianças podem interagir com alguns animais, porco, carneiro, aves, porquinho da índia, vaca, pônei, etc.

E lá fomos nós! Aproveitei que o Júnior não dá plantão, acordei ele cedo e saímos, mesmo no frio de lascar que está fazendo hoje. Apesar da lama do lugar, deu pra aproveitar bastante.

A Internet aqui de casa está péssima e, por isso, não consegui subir os videos. Mas, aguardem, pois tem uns muito bons!!  Voltou ao normal e os vídeos estão por aí!!!




Catarina é bem fresquinha e tem medo da maioria dos bichos, fez caras e bocas na hora de dar comida aos carneiros e aos porquinhos da índia e não quis, de jeito nenhum, passar a mão em nenhum animal, em compensação, adorou correr atrás dos patos (gritando e os chamando: pááááá).










Outra diversão foi o passeio de charrete, uma mini charrete, na verdade, puxada por um pônei. Ela foi sozinha, sentada entre duas amiguinhas (uma delas era a Catherine), me emocionei de ver minha filhota tão independente.





Tá certo que na maior parte do tempo ela grudou na minha mão e não soltava por nada, mas teve um momento em que ela se sentiu segura, soltou minha mão, correu atrás dos patos e se divertiu sem escorar em mim. É sempre assim, pra ela se soltar demora um pouquinho, mas, depois, é só alegria.











 






Além das amiguinhas da charrete, ela conheceu o Diogo, um loirinho fofo demais e, logo que se viram, se gostaram tanto que ficaram  abraçadinhos uns dois minutos. Precisam ver eles agarradinhos...rararara. Tuma coisa mais fofa do mundo! Depois, ainda, deram as mãos e ficaram dançando, no meio da lama. Gente!!!

Oi Diogo, eu sou a Catarina!

Vem cá! Me dá um abraço.


Vamos dançar?

Grudadinhos!


quarta-feira, 11 de maio de 2011

A Primeira Febre

Fiquei devendo um post sobre a primeira febre da Catarina.

Foi num domingo no final da tarde, já estávamos em casa, depois de um almoço daqueles deliciosos na Sussu. Catarina tinha sido convidada para uma festinha de aniversário de uma amiga da minha mãe e ela (a avó) toda empolgada que iria apresentar a neta à sociedade com vestido de casinha de abelha e tudo mais...

Enquanto eu preparava o jantar, o Júnior foi trocar a fralda, tentei dar a comida meia hora antes do horário usual, pois lá pelas 18 horas meus pais já passariam lá em casa para pegá-la (fiquei com preguiça de ir e tinha resolvido que a Catarina iria sair sozinha com os avós). Ela não quis nem saber do papá. Muito estranho, já que minha filha simplesmente ama comer e come de um tudo. A colocamos em frente à TV, apesar de ser contra dar comida em companhia da Galinha Pintadinha ou outro DVD qualquer, há dias que não tem outra solução. Nem assim deu certo, a menina refugou todas as tentativas.

Tentamos colocar banana na comida, dar só a banana com mel e nada! Aí, ao tirar ela do cadeirão percebi a temperatura. Ela estava MUITO quente. Comentei com o Júnior e ele disse que tinha mesmo sentido ela mais quentinha na hora que foi trocar a fralda (e não falou nada!?). Enfim, depois de algumas tentativas frustradas (descobrimos que Catarina odeia o termômetro de baixo do braço, apesar de curtir muito mordê-lo), conseguimos medir a temperatura: 38,5°C.

Por incrível que pareça eu não fiquei nervosa. Já tenho em mente que criança fica doente. É um fato. Fiquei, sim, com dó da minha filhota. Tadica! Senti que o Júnior se preocupou mais do que eu. Quando ele fica nervoso não consegue se expressar em palavras, tipo emudece e, quando a gente pergunta alguma coisa, ele demora alguns bons segundos pra responder e a resposta sempre vem monossilábica e pra dentro. Tipo: Juca, você acha que a gente deve dar um banho fresco pra baixar essa febre? Ele: Hum. Até conseguir obter uma resposta satisfatória eu tenho que repetir a pergunta umas três vezes.

Nada de festinha pra Cata. Meus pais chegaram bem nessa hora, demos um Tylenol e ficamos lá na sala corujando a Catarina, literalmente. A febre foi baixando bem aos pouquinhos, meus pais foram pra festa eu e Júnior resolvemos dar um banho fresco na Cata. A mamadeira da noite ela tomou metade e dormiu no horário de sempre, ainda meio febril. Resolvi dormir no quarto dela, pra qualquer eventualidade e só fomos acordar às oito da manhã. Beleza!

De manhã ela ainda estava meio molinha, mas nada de febre. Muito manhosa! Só queria ficar no colo. A deixei com a Jú e fui trabalhar bem atrasada e com o coração na mão. Na hora do almoço me ligaram de casa pra falar que ela não estava bem, ainda manhosa, tava suando e não quis comer comida (mas comeu banana e bolacha – sei!?). Enfim, voltei correndo pra casa e fiquei com ela a tarde toda. A febre não voltou e no fim do dia ela já estava bem melhor, continuou manhosa, mas conseguimos dar o jantar (em frente à TV). No dia seguinte ela já acordou toda serelepe, passou tudo e vivemos felizes para sempre.

Mentira! Teve nada de felicidade no dia seguinte. Talvez eu tenha pegado o vírus da Catarina, que em mim bateu muito mais forte, ou foi o almoço de segunda, não sei, só sei que eu passei muito mal durante a madrugada toda, dor de barriga, vomitando, dor no corpo, acordei péssima e nem fui trabalhar. Uma dessas viroses de sempre.

No início da tarde, estava na cama, tentando dormir e me contorcendo em dor quando a Érica (minha empregada ou secretária do lar, como preferir), que é devota do Bispo Edir Macedo, entra no quarto com um AZEITE UNGIDO e pergunta se poderia passar na minha barriga.

Fiquei meio sem reação e deixei, mais por educação, pois não consegui falar não. Até porque, que mal poderia me fazer, certo? Aí, piorou, ela perguntou se poderia ORAR. Deixei. Tive que me esforçar pra não rir, sorte que o quarto estava meio escuro, assim pude disfarçar meu constrangimento. A mulher parecia o próprio pastor gritando e mandando Jesus “tirar todas as bactérias e olho gordo daquele corpo, daquela carne, daquele sangue!!! Em nome de Jesus!” OK.

Enfim, dormi umas duas horas durante a tarde e acordei ÓTIMA. Juro!

Minha melhora pode ter sido por conta do Tylenol que eu tomei antes da reza, ou mesmo o final da virose, mas, de qualquer forma, coincidiu com o Azeite Ungido da Igreja Universal. E a Érica ficou toda se achando a curandeira.

É isso aí, cada um com a sua fé!