segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dia das mães


E lá se foi mais um dia das mães. Meu segundo, vejam só. O primeiro tá relatado por meio de fotos bem aqui. Esse ano só tem essa foto que é a menos pior. Ficaram todas horripilantes.

Passamos o final de semana em família. Sábado o almoço foi na casa nova do Poio (e da Lú!!), que fez uma comida deliciosa. O apê deles ficou ótimo, uma sala muito gostosa, clara, ampla. Tudo novinho e lindo.

Domingo fiz o almoço aqui em casa (demos uma trégua para nossa Mamys!), quer dizer, eu recebi a família pra almoçar aqui, porque quem fez mesmo a xomida foi o restaurante...Tenho tempo pra cozinhar pra massa não. Comprei um monte de comida árabe, enquanto Júnior levou a filhota pra passear de carrinho pelo bairro, quando voltei, recebi flores lindas que, diz o papai, a própria Cata quem escolheu!

 E nos deliciamos a tarde toda com a tonelada de comidas e doces que eu comprei. Vimos a primeira final do Paulista que o Corinthians empatou aqui no Pacaembú com o Santos, mas até que jogou bem, viu. Final mesmo vai ser lá na Vila, domingo próximo. Tudo isso acompanhados das brincadeiras da Catarina.

A nova onda por aqui é brincar de esconde-esconde. É só começar que a Cata sai correndo pra bater cara no sofá, durante uns 5 segundos, e depois sai correndo em busca de quem se escondeu. Ao achar a pessoa, ela volta correndo pro sofá, pra bater-cara e começar tudo de novo. Coisa mais fofa dessa vida! O contrário ainda não dá certo, pois ela não sabe se esconder, basta a pessoa que está procurando chamá-la que ela já sai do esconderijo pra aparecer...rararara. E as vezes, também, quando a gente fala pra ela ir bater cara ela sai balançando a cabeça, acha que é pra bater cabelo...rarararara

Aliás, fiquei devendo o filme da catarina batendo o cabelo, pena que ela tava de rabo, vou tentar fazer outro mais legal, por enquanto é isso que temos:



Outro passatempo favorito da Catarina é ler livros. Ela simplesmente adora que a gente conte histórias pra ela. O livro predileto do momento é o da lagarta muito comilona que no final vira uma borboleta e ela se diverte. Mas ela gosta de todos e é uma delícia vê-la ir até o quarto, pegar um livro na prateleira (eu deixo os livros no andar baixo, que ela alcança) e voltar andando meio cambaleando, segurando um livro maior que ela. Não me aguento de tanto orgulho.

E por falar em livros, tudo que ela vê que tenha palavras ela coloca o dedinho (como se estivesse lendo mesmo) e começa a "ler" na sua própria linguagem. As toalhas de rosto do banheiro dela têm bordado o nome e a minha mãe a ensinou a ler: CA-TA-RI-NA, então, sempre que ela se depara com a toalha bordada ela finge que está lendo e fala: "CA-TA". Impressionante o tanto que ela é gênia! rarararara. Um dia coloquei uma pulserinha que tem o nome dela gravado e contei o que estava escrito, a partir daí, sempre que perguntamos onde está escrito Catarina ela olha pro braço.

E quando a gente pergunta: "Que horas são?" Ela olha no pulso, como se estivesse usando relógio.

Já fala muito bem mamãe (morro quando ela sai gritando "MÁMÃÃÃE" e corre pra me abraçar!), fala papai (quando o Júnior não está em casa, ela aponta pro escritório ou pega o despertador dele e fala: "PAPAI"!), fala XUXA (apaixonou pelo Xuxa só para baixinhos 10 de uma tal forma que eu até me assusto um pouco), quando vê minha mãe fala "BÓBÓ" (e a bobó Ana morre do coração), chama meu pai de MÉÉÉ (apelido de Gamé), olha pro meu sogro e fala "GIÉ" (tradução de Zé, na lingra dela) e também fala SHUSHU que é a minha sogra.

Fala (e pede!) água e papá. Um dia desses eu estava dando banho e a Catarina em pé na banheira, peladinha, olhou pra mim e disse: XIXI. Eu meio que assustei, pois ela nunca tinha avisado que iria fazer xixi. Falei que podia fazer ali mesmo. Ela fez. ficou olhando o xixi e, depois que acabou, ainda deu uma misturadinha na água da banheira, bem onde o xixi caiu, pra diluir...rararara. Gente, eu me acabo com essa menina!

Basicamente é isso que ela fala, mas, de um jeito ou de outro, sabe muito bem como se comunicar, pedir o que quer e, principalmente, sabe exatamente como impor sua própria vontade!

Ela sabe, também, imitar quem chora, faz assim "óóówwwóóóowww" (quem ensinou foi minha mãe). Nessa fotinho de baixo ela tá fingindo que chora. E tá usando uma camisolinha que foi minha!!


Agora boa noite, vou nem reler/editar esse post que eu to morrendo de sono e ainda tenho uma pão de açúcar delivery pela frente!

sábado, 7 de maio de 2011

Nós somos GAYS, e você?



Há alguns dias postei aqui sobre o PROJETO EU SOU GAY e copiei o texto da idealizadora disso tudo e, pelo jeito, está dando tudo certo. Muito bom!

Na correria, acabei esquecendo de mandar uma foto. Mas, a boa notícia é que eles prorrogaram o prazo que acaba amanhã, dia 08 de maio!! Então corram pra tirar uma foto com a mensagem #EUSOUGAY

Leiam o post do projeto: SEJAMOS GAYS. JUNTOS! Você não precisa ser gay pra participar. Só precisa ser humano (o ser humano precisa ser mais humano!). Trata-se de uma mobilização contra todo o tipo de ódio e preconceito que gera essa violência que vai além da nossa compreensão. Vamos nos unir!

Essa semana foi tão importante pra essa luta. Em julgamento de uma ação o STF entendeu pela aceitação da união entre homossexuais. Ou seja, juridicamente, um casal gay pode viver junto (o que já ocorre há anos e anos), mas agora terão os mesmos direitos que um casal hetero que vive em união estável.

Exatamente como aprendi na faculdade: A Lei deve seguir os anseios da sociedade. Isso é democracia.

Essa decisão não é lei, pois o Poder Legislativo ainda não teve coragem para enfrentar essa causa. Mas é o reconhecimento pleno do Poder Judiciário da união entre gays, o que já é um enorme passo.

Confesso que fiquei emocionada e, mais importante, senti orgulho do Judiciário. Como advogada eu me decepciono muito no dia a dia jurídico, enfrento decisões absurdas de juízes completamente despreparados para o cargo que ocupam. Tanto que uma vez, grávida da Catarina, depois de enfrentar um dia péssimo de Fórum, entrei na sala do meu chefe, quase chorando e falei que nunca mais iríamos pegar um caso contencioso, não valia mais a pena!

Mas essa decisão HISTÓRICA me deu um certo alívio, sinto que isso pode mudar. Vamos em frente.

Então, é isso. Eu sou GAY, a Cata é GAY, vamos todos ser GAYS, minha gente!!

Quero todos os meus amigos casando!! Quero ser madrinha e a Catarina quer ser daminha de honra!!


domingo, 1 de maio de 2011

ZOOLÓGICO


Estou morrendo de sono sem capacidade pra escrever mais, vou só postar as fotinhos do nosso sábado que foi incrível: Passamos a manhã e início da tarde no zoológico e Catarina se divertiu demais, fizemos alguns videozinhos. À tarde fomos andar de motoca no parque, também muito gostoso.

O dia foi tão agitado que ela dormiu às sete da noite e acordou no domingo às 9:20 da manhã. Juro. Foi o record. Se bobear, desde que ela nasceu eu não acordava depois das 8:30.

Agora vou dormir lá no quarto da Cata que ela tá com febre, tadica. Primeira febre da vida. Chegou a 38,5°C, mas baixou depois do tylenol. Depois eu conto como foi a noite. Por ora, aproveitem as fotos e filmes de sábado:

Nosso animal favorito



De lanche, uma bananinha.


Super se empolgou com o urso, queria descer na jaula, uma loucura.





As baby girafas, uma fofura!

 


Tarde no parque


Levou o neném pra passear, deu beijinho.

Dando uma empinada radical!

Minha princesa!

DIA 29 DE ABRIL - DIA DE SANTA CATARINA DE SENA

A Catarina tem esse nome porque eu realmente adoro, sempre gostei, acho forte, de personalidade. Desde muito antes de engravidar sempre disse que, caso um dia tivesse uma filha, ela se chamaria Catarina. O Júnior também sempre gostou, diz que é nome de rainha.

Nossa escolha não teve nada a ver com a Santa, em si. Tanto que eu nem sabia que dia 29 de abril era o dia dessa santinha. Mas é inevitável relacionar a Santa com a Cata por causa do mesmo nome. Ganhamos algumas imagens da Santa Catarina desde que a nossa surgiu em nossas vidas.

Quem me contou sobre o dia foi meu pai que, por sua vez, soube por causa do casamento real. O Principe William e sua noiva, Kate (Catherine) Middleton, escolheram o dia de Santa Catarina de Sena para se casar e eu achei lindo. À noite quem ligou pra nos contar foi a tia do Júnior, a Cris, dizendo que a Vó (Bisa) Sebastiana havia ligado de Brasília só pra isso. Todos santificados!

E o casamento do príncipe, hein? Tenho vergonha nenhuma de assumir que fiquei maior empolgada em assistir. Foi de manhã e, devido ao fuso horário, começou a transmissão ao vivo às 5:30 da matina. Coloquei meu despertador pras 6:30 e comecei a assistir bem na hora em que William chegou na Abadia Westminster. Assisti o casamento com minha filhota que acordou logo depois e ficou vidrada na TV, achando tudo o máximo, apontando pra tela e falando "ó ó ó ó". Expliquei que a princesa que estava casando tinha o mesmo nome dela e acho que entendeu tudo. Na hora do passeio de carruagem Catarina acenou pra tela da TV onde Catherine acenava de volta.

Achei tudo muito lindo e emocionante, a noiva, o vestido, o traje do noivo, os chapéus das convidadas, a rainha de amarelo se achando o Sol, o coral dos garotinhos, a carruagem, e, apesar dos protocolos que deixa tudo meio que com cara de artificial e ensaiado, eu e catarina curtimos o show.

Voltando à Santa Catarina de Sena, achei um resumo legal nesse site que copiei abaixo, se quiser se aprofundar na vida dela, clica aqui

Neste dia, celebramos a vida de uma das mulheres que marcaram profundamente a história da Igreja: Santa Catarina de Sena. Esta mulher, que foi reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.

Tendida à oração, silêncio e penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.

Dotada de dons místicos, recebeu espiritualmente e realmente, as chagas do Cristo; além de manter uma tão profunda comunhão com o pai, que deu origem à sua obra: “O Diálogo”. Comungando também com a situação do seu povo, ajudou em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e, com igual amor socorreu Igreja que, com dois Papas, sofria divisão, até que Catarina, santamente, movimentou os Céus e a terra, conseguindo assim. Banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: "Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja".


Santa Catarina de Sena, rogai por nós!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Rapidinhas!

Massagem
Toda manhã, depois de dar a mamadeira de leite pra Catarina e tomar meu café junto com ela, a deixo com a babá pra poder tomar banho e me arrumar pro trabalho. Depois de pronta, eu brinco mais uns minutinhos com ela e saio. Ontem, quando fui brincar esse pouquinho, encontro a seguinte cena: Catarina deitada no sofá, esparramada, e a Erica, nossa empregada, fazendo massagem nos pés da princesa! E ela lá, toda quietinha curtindo o mimo.

Mais um livro
Hoje fui comprar um livro de presente pro meu pai, aniversário dele amanhã. Compra feita, cartão passado, só esperando embrulhar pra presente, viro o rosto e dou de cara com esse livro me chamado: "É claro que eu amo você...AGORA VÁ PARA O SEU QUARTO! - Educando filhos com amor e limites." - Óbvio que o adquiri na mesma hora! Vai ficar na minha cabeceira, junto com o cor-de-rosa da Encantadora.

Bate-cabelo
A expressão "bate-cabelo" é usada para definir aquelas músicas de show de drag queen. Música de boate Gay, geralmente, é bate-cabelo. Na verdade, nesses shows as drags batem o cabelo literalmente - sacodem a cabeça no refrão mais animado da música. Se você nunca viu ao vivo, busca no Youtube pra saber do que estou falando. Enfim, Catarina aprendeu a bater o cabelo, sacode a cabeleira como se drag queen fosse. Depois postarei um vídeo feito ontem.

Nunca satisfeita
Sabe quando uma pessoa nunca está satisfeita na vida? Dessas chatas que reclamam de tudo? Pois é, as vezes incluo a Catarina nessa classe. Toda manhã ela gruda "nimim", pois já sabe que vou sair pra trabalhar, e sempre dá aquela choradinha básica. Aí, à noite, quando chego em casa, ela prefere ficar na cozinha (ou na área de serviço), com a Jú , a brincar na sala comigo. Vai entender o "cerumano"...

Salgadinho
Outro dia eu estava morrendo de fome, cuidando da Catarina, sozinha em casa, resolvi comer um salgadinho. Óbvio que a gulosa da minha filha, que não pode ver defunto sem chorar, quis por que quis comer também. Aí, pra não dar aquela porcaria, dei uma torradinha que ela sempre come. Deitamos no sofá pra ver um DVD, ela no meu colo com a torrada e eu comendo o salgadinho. Toda vez que ela ia colocar a torrada na boca, antes enfiava a mão dentro do meu saco de salgadinho, pra me imitar, como se estivesse pegando um (L).

Cartão de crédito
Escrevendo o parágrafo acima, lembrei de um dia em que fomos vacinar. Antes tem que passar no atendimento, entregar a caderneta de vacinação, cartão do plano de saúde, etc. Tirei todos os documentos da minha carteira e entreguei pra moça. Em seguida, a Catarina ficou gemendo e apontando pra carteira, querendo pegá-la de qualquer jeito, coloquei a carteira na frente dela, ela tirou uns papeis de dentro e os entregou pra moça, assim como eu (L) (L).

domingo, 24 de abril de 2011

Feliz Páscoa!


Mais um feriado prolongado que passamos em São Paulo. Ossos do ofício. Ofício do Junior, porque eu to de folga o feriado inteiro (por óbvio, minha folga é restrita tão somente à advocacia, das tarefas domésticas não rola folga, não é mesmo?). Pela TV, vendo o trânsito insano das estradas de São Paulo, principalmente a descida pro litoral – engarrafamento já previsto e velho conhecido de nós, paulistanos -, eu até que dou graças a Deus por não ter arriscado o Guarujá.

Mas, por outro lado, fico chateada por causa da Catarina que só foi à praia uma única vez e não aproveitou, pois não fez Sol. Quero muito levá-la pra conhecer o mar o quanto antes, e to vendo que vai ter que ser sem o papai.

Bom, então, para quem fica em São Paulo no feriado com criança o jeito é arrumar o que fazer nos dois turnos do dia (leia-se antes e depois da soneca) e nisso eu sou boa, afinal de contas, adoro bater pernas por aí com a Cata.

Quinta fomos visitar os avós paternos pela manhã, pois eles desceriam pro Guarú à tarde, então já levamos o presentinho de Páscoa da Vó Sussu e Catarina ganhou o dela: já que ainda não come chocolate, Sussu resolveu dar um anel de pérola! Gente! Coisa mais delicadinha. Pena que não dá pra usar ainda, pois a Cata põe TUDO na boca.

Ficamos brincado e comendo pão de queijo na Sussu até a hora do almoço. O Zé ficou encantado que a Cata olhou pra bola e falou: “bó bó bó goool”. Cantei a musiquinha que nós (eu e Catarina, claro) ensaiamos todos os dias: “Se você está contente bata palmas!” E ela bate palminhas toda feliz! Aí eu dei uma inventada na música pra fazê-la falar, então, eu canto: “Se você está contente fala mamãe!” E ela: “mámái”. E assim fui ensinando. Agora ela já fala o nome dos quatro avós por meio dessa musiquinha. Falou Zé (zie) e Sussu (shushh) e eles quase morreram de alegria! E, ainda por cima, exibimos pro Zé que ela já sabe quais são todos os animais do livrinho do Zoológico...hahahaha, minha geninha!

Depois da exibição, Juca nos trouxe pra casa e a Jú avisou que Catarina tinha recebido flores. Flores? Pra Cata? De quem? Júnior já ficou tenso achando que era de algum pretendente... A surpresa linda era da Dindinha: Catarina recebeu o primeiro buquê de flores da vida dela, olha aí:


Dei o almoço da Catarina e logo ela dormiu, fiquei de ir nos meus pais quando ela acordasse. Nesse meio tempo consegui dar um trato na cozinha, almoçar, tomar banho, me arrumar, ler meus e-mails, dar uma fuçada no Facebook e pronto. Catarina acordou linda e faceira pro segundo "round"!

E lá fomos nós, depois de dar mamadeira, trocar fralda (lavar bubum na pia), colocar roupa nela, arrumar as malas – a de roupa e a de comida – separar uns brinquedinhos pra levar, pentear o cabelo (rabinho de cavalo é o novo penteado favorito!), colocá-la no carrinho, enfim, conseguimos sair de casa rumo aos avós maternos.

Deixamos a “traia" toda lá em cima e fomos aproveitar o Sol da tarde na Pracinha Pereira Coutinho pra brincar na areia, no escorregador e na gangorra! Praça lo-ta-da de criança.


A brincadeira começou na areia, com o baldinho e pazinhas que levamos. Aí, a Catarina se encantou por uma bola do Patati-Patatá que estava com um menino mais velho, muito do egoísta, que não deixou ela nem tocar na bola (que raiva!). A distraímos um pouco do outro lado do parque e, algum tempo depois, quando voltamos pros nossos brinquedos, quem estava lá? usando nosso baldinho? O próprio egoísta! Há! Deu vontade de ir lá tirar a pá da mão dele. Mas, né, sou (somos) educada. Quando cheguei mais perto descobri que a bola do Patati nem era desse menino chato, era de um outro, gordinho muito fofo que deixou a Cata brincar à vontade com a bola dos palhaços e todos saíram do parque felizes para sempre!

De volta à casa do Gamé (Se você está contente fala Gamé! Méé) e da Ana (Se você está contente fala Ana! Nhá), Catarina tomou um belo dum banho de pia (que se consagrou como o banho oficial do dia!) e jantou. Chegamos em casa acabadas foi o tempo de dar uma mamadeira de leite que ela já capotou. À noite vieram uns amigos do Júnior comer pizza e tomar vinho em casa, foi bem legal, gosto muito dos amigos do Juca, mas fiquei bem cansada, viu, só sei que acabei o dia lavando a louça da pizza.

O combinado era almoçar o arroz de bacalhau que meu pai iria fazer na Sexta-feira Santa. Maaaaas, antes de tudo, eu ainda tinha que preparar as coisas em casa pra poder passar o dia fora: fazer o almoço da Cata (a “mixtura” de legumes e verduras, pois o arroz e feijão tinha pronto na geladeira e o peixe minha mãe iria assar na casa dela), arrumar as malas, enfim, todo o esquema de sempre que leva sei lá eu quantas horas.

Quando, finalmente, conseguimos chegar nos meus pais, tinha outra surpresinha pra Cata! Eles fizeram a coisa mais fofa: colaram um caminho de pegadinhas de coelhos até chegar no presente de Páscoa que era uma coelhona de pelúcia, com vestido e bolsinha a tira colo – de crochê – e uns ovinhos de chocolate. Lindo demais! Só que a Catarina preferiu mil vezes as pegadinhas do que a coelha. Passou o dia todo apontando pro chão e gritando. Uma coisa! Aliás, no dia seguinte, ao acordar, viu a coelha na cama do quarto dela e fez: ooowwnnn e logo apontou pro chão pra ver se tinham pegadas por lá...Muito esperta!

Fotinhos só tem pelo celular que deixei na casa deles...Depois atualizo esse post, tem filme também!



Depois do almoço e do cochilo o Júnior chegou por lá (tava trabalhando desde cedo) e nós descemos pra piscina, maior solão forte às quatro da tarde em pleno abril, impressionante! Muita brincadeira com água (agora tem que tomar cuidado pq ela tenta se jogar na piscina, não tem nenhum medo, vou providenciar uma bóia de braço urgente!), depois parquinho e, mais tarde, batemos uma bolinha na quadra. Tipo incansável. Júnior comeu e foi embora. Eu fiquei pra dar o jantar e o banho na casa da minha mãe.

Aliás, o banho foi de chuveiro, entrei junto com ela, claro, mas, mesmo assim, mesmo no meu colo, ela detestou. Resmungou o banho inteirinho, tadinha, mas saiu limpinha mesmo assim. Mais um dia agitado que a fez dormir direto depois da mamadeira.

Já faz algum tempo que eu dou a mamadeira da noite e a coloco direto no berço, ainda acordadinha, e ela dorme sozinha. Mesmo quando acorda à noite, eu a pego no colo um pouquinho e devolvo pro berço, to meio que fazendo o método da encantadora (Pick Up and Put Down) e tá dando certo, ensinei a Jú e ele às vezes consegue aplicar no cochilo da tarde. Mas só dá certo quando a Catarina já está com muito sono, senão tem que dar uma embalada no colo mesmo.

Sábado passamos o dia inteiro sozinhas, só eu e Cata, grudadinhas do jeitinho que a gente gosta! Meus pais foram pro Rio num casamento e o Júnior teve plantão. De manhã, depois do café e de preparar o almoço, descemos pra piscina e encontramos o Arthur com o pai dele, que são nossos vizinhos de porta, aqui do 52. Arthur vai fazer um ano daqui quinze dias e ainda não anda e o pai tava todo ansioso querendo saber desde quando a Catarina anda...rararara é tudo igual!

Dessa vez foi a Catarina que foi egoísta com os brinquedos da piscina, o Arthur tava brincando com uns copinhos, ela foi lá e tentou tirá-los da mão dele, mas eu não deixei, falei que era pra emprestar, aí, abriu o berreiro daquele jeito que só ela faz, como se estivéssemos surrando a menina. O pai do Arthur, todo sem graça, tirou o copinho da mão dele, deu pra Cata e ela parou de chorar na hora e já começou a rir. Que vergonha, minha filha!!

Catarina é a típica filha única (e neta única!), tem que ter atenção de todos só pra ela. Não pode ver duas pessoas conversando em sua presença que já reclama atenção. Pode uma coisa dessas?

Enfim, brincamos na piscina por mais de uma hora, subimos direto pro banho e a coisa mais linda a marquinha de sol no bubum da Cata. Gente, ela ficou preta com esses dois dias de piscina, vocês precisam ver. Vou ver se tiro uma fotinho amanhã.

A idéia era irmos tomar sol no Mário, mas depois do almoço ela dormiu, e enquanto isso eu tive que dar uma faxinada na casa que estava de pernas pro ar. Até aspirador de pó eu passei (daqueles portáteis, tudo bem, mas também conta, né?). Olha, vou te contar que classe média sofre, viu. Três dias sem babá e empregada e parecia que tinha passado um tornado na minha casa. Semi-limpeza terminada eu consegui tomar banho e, no meio do meu almoço, a Cata já acordou, deu tempo de mais nada!

Lembrei que ontem passei pelo Parque das Bicicletas e tinha alguma coisa rolando sobre a páscoa, uns coelhos grandes umas casinhas, não consegui definir o que era. Fiquei com vontade de levar a Cata e lá fomos nós pra segunda etapa do dia, passeio no parque!

A Nestlè fez um parquinho com cenário da Páscoa, coelhos grandões, ovos gigantes, escorregador, gira-gira, piscina de bolinhas, casinha de bonecas, moças pintando o rosto e uns animadores fazendo umas brincadeiras com a criançada. Muito legal! Passamos a tarde por lá.






Coelho ficou sem gravata depois desse encontro!



Eu levei uma bola, Catarina fez amizade com o Bernardo (de 11 meses e já anda des dos 10) e, num gesto de magnífico desprendimento e nenhum egoísmo deu a bola na mão do amiguinho, mais de uma vez e ficou vendo ele jogar e brincaram juntos um tempão e eu fiquei toda contente achando que, quem sabe, meu modo de educar esteja surtindo efeito!




Por falar em educação: Sempre que a Catarina cai, ou mesmo quando senta no chão, e suja as mãos ela olha pra gente com a mãozinha pra cima e fica falando “máo, máo”, pedindo pra limparmos as mãos dela. Uma frescura de menina. Incrível como desde sempre somos tão diferentes dos homens, né? Pois bem, hoje eu a ensinei que não tem problema nenhum sujar a mão enquanto está brincando, basta limpá-la...na roupa! Rerere. Muito feio? Fiz mal? Quem vai me julgar? Acho muita frescura ter que ficar passando paninho na mão da criança enquanto ela tá brincando no parque. Pode sujar a roupa! E ela aprendeu direitinho, como podem ver na seqüência de fotos abaixo:

Opa! Caiu, levantou, não se machucou!!

máo, máo, máo - e assim fica até alguém limpar as mãozinhas dela.

Aí, ensinei: limpa na roupa Cata, não tem problema!
Depois do parque demos uma passada nas Lojas Americanas, pois eu estou atrás do DVD do Patati Patatá que a Catarina assiste na casa do Miguel (o vizinho do 4º andar) e adora, além de ficar enlouquecida toda vez que vê alguma foto ou desenho de palhaço. Mas não tinha, então comprei o do Peixonauta, nosso desenho predileto que assistimos antes de dormir no Discovery Kids. E num é que a Cata se agarrou num pacote de BIS e não largava de jeito nenhum! Tirei da mão dela e foi outro escândalo DAQUELES! Pois é, a primeira birra dentro de uma loja por não conseguir o que queria se deu hoje, com um ano, dois meses e 5 dias, por causa de um pacote de BIS que, diga-se de passagem, ela nem sabe o que é!

Toda Páscoa eu compro uns ovos e distribuo no farol pra molecada, esse ano não tive tempo. Lá nas Americanas tinham umas dez crianças de rua, então eu comprei umas caixas de chocolate pra distribuir, daqueles “Sem Parar” (que, por sinal, é um BIS genérico). Saí da loja e as crianças já avançaram. Disse que era pra dividir, tinham seis caixas pra dez crianças. Mas deu uma confusão tão grande que elas me colocaram de juíza no meio da divisão e incluíram todos os chocolates que ganharam durante o dia...confusão generalizada! E Catarina lá no meio dos moleques, fazendo algazarra! Não consegui dar um veredito na divisão dos chocolates e gritei: “Quem ficou sem chocolate levanta a mão!” Os quatro menorzinhos (claro!) levantaram, tadicos! Fui lá e comprei mais quatro caixas e ficamos todos felizes, quer dizer, eles ficaram felizes pelo menos por um breve instante.

Depois de assistirmos a Xuxa e a dança do Pinguim (tem que dançar assim!!) – (Catarina já fala XUXA, só isso que eu te digo!), finalizamos o dia com o Peixonautas, a Marina e o Zico abrindo a POP!! E amanhã tem mais!

E vamos de mais fotos do parque:

BOLAS! Brinquedo predileto!

 

Pausa pro lanchinho. Sem chocolate, por enquanto!

Até porque, banana é muito mais gostoso que chocolate, diz aí, Cata!

Independente.


Mais bolas!



Na fila pra pintar o rosto, não teve paciência pra esperar a vez dela, fomos embora antes.

Acabada depois da tarde no parque, assistindo Peixonautas.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Meu relacionamento com a Mattel

Faz uns 20 dias que a babá eletrônica lá de casa parou de funcionar. Suspeito de algum mau contato, pois, quando ligada, dava o apito de ausência de sinal e, em algumas raras vezes, se ligássemos junto com a luz do aparelho e depois de ligar sua música (dar uns tapinhas, uma assoprada e duas voltinhas), ela funcionava.

Procuramos pelo manual de instruções pra ver se ainda estava na garantia e a localização da assistência técnica, mas não o encontramos. A babá foi adquirida pelo Júnior alguns dias após o nascimento da Catarina e ele deve ter jogado tudo fora, caixa, manual, etc.

Aí o Santo Google me informou que a assistência técnica da Fisher Price é dada pela Mattel aqui no Brasil. Liguei lá no dia 1º de abril e fui atendida pela Jéssica que, de tão simpática, desconfiei que era alguma pegadinha relacionada ao dia. Mas não. Surpreendentemente fui muitíssimo bem atendida.

Como eu já tinha desencanado da garantia, pois não tinha nota fiscal, termo de garantia ou manual, liguei mesmo pra saber o endereço da assistência técnica mais próxima. Disse pra Jéssica que não tinha nenhum documento que comprovasse a data que eu havia comprado a babá, mas que teria sido logo depois do dia 18/02/2010. Ou seja, mesmo que eu tivesse a nota fiscal do produto, a garantia de um ano já havia expirado.

Mas, inacreditavelmente, a Jéssica aceitou minha palavra como verdadeira e sem que eu tivesse que comprovar nada disse que poderia consertar o aparelho como se estivesse dentro da garantia, pois havia passado “pouco tempo” do seu término. Gente!!

Nunca antes na história da minha vida isso tinha acontecido assim, de primeira, sem que eu precisasse fazer uma notificaçãozinha, sabe?

Mandei a babá pelos Correios, por conta da Mattel, eles verificaram que não tinha conserto e me mandaram de volta outra idêntica, novinha em folha, em menos de uma semana. Gente!! Nesse meio tempo trocamos alguns e-mails com documentos que eu precisava assinar e, em todos os passos do processo FALEI SEMPRE COM A MESMA ATENDENTE, a Jéssica (ela que me ligava pra saber se estava tudo caminhando nos conformes!), que já sabia do meu caso e não precisou perguntar todos os mesmos detalhes mais de 10 vezes, como ocorre com os demais telemarketings a que estamos acostumados.

Enfim, estou em lua-de-mel com a Mattel, tanto que mandei um e-mail elogiando o atendimento e eles me responderam mais fofos ainda, olha só nosso namoro:

De: Mariana Paduan [mailto:maripaduan@uol.com.br]
Enviada em: terça-feira, 12 de abril de 2011 15:30
Para: Mattel do Brasil, SAC
Assunto: Re: Resposta automática de Ausência temporária: [TERMO DE QUITAÇÃO] OCORRÊNCIA: 936599

Gostaria de agradecer o ótimo atendimento que vocês me prestaram, principalmente via telefone, onde fui atendida pela Jéssica, que se mostrou muito competente e cordial
Obrigada,
Mariana.
A resposta deles:

Prezada Mariana,

Primeiramente, queremos agradecer o fato de nos ter procurado, o que abriu a oportunidade para este relacionamento.
 Nosso desejo é de estar cada vez mais perto dos nossos consumidores, porque é isso que dá sentido ao nosso trabalho. Ficamos contentes em alcançar suas expectativas em relação ao atendimento.
 Estamos sempre à disposição.
 Atenciosamente,
 SAC Mattel do Brasil
0800 55 07 80

É muito amor, não é mesmo?