segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Dia da Criança e a tagarelice de Catarina




TAGARELA. Não tem outra palavra pra descrever minha filha. Quer dizer, tem sim: GÊNIA. Pronto. Catarina é uma gênia tagarela, assim como muitas das mulheres que eu conheço.

E para comprovar essa constatação, começo esse post com quatro videozinhos que fiz na noite anterior ao Dia das Crianças. São meio longos, 5 minutos cada um, em média, mas valem muito a pena, principalmente pra vocês que não moram por aqui e estão morrendo de saudades da Cata!

Como poderão observar, Catarina, já faz ligações, fala ao celular, pede o Patatá de de presente e conta até DEZ!! Gênia!


Roda, roda, roda até ficar tontinha, canta muitas músicas, praticamente um pout pourri e pede o colinho da mamãe!


Como é uma menina muito da mimada, ganhou o presente que pediu, um boneco do Patati, pra fazer dupla com o Patatá pequenino que ganhou da prima Bebela. Coisa mais querida ela mostrando o presente pro outro bonequinho que ela já tinha: "Olha Patatá!!"


E, claro, depois de cinco minutos curtindo o brinquedo em si, a brincadeira mais legal foi mesmo com a caixa do boneco, como sempre.



No dia seguinte à esses filminhos fomos logo cedo pro Clube de Campo dos Médicos, junto com Marcel, Monica, João e Bebela. Alugamos um chalé e passamos um dia delicioso.

De manhã tinham uns monitores com massinha, canetinha, giz de cera e lápis de cor, pra desenhar no papel e, o melhor de tudo, a parede também estava liberada!! Foi a glória pra Catarina poder rabiscar na parede!! Não parava de chamar a gente: “Olha mamãe!! Olha papai!!” Uma graça.









Parênteses: (No dia seguinte, Catarina foi brincar na casa da Marina, amiguinha do prédio, e, disse a Jú, que ela só queria desenhar de canetinha na parede da vizinha... Teve de ser monitorada de perto pra não causar nenhum estrago!)

Brincamos a manhã toda lá na quadra. Além de desenhar na parede, Catarina dançou com o João, andou na bicicleta da Bela, comeu o primeiro cachorro quente da vida (e, claro, adorou!) se entupiu de pipoca e ganhou uns brindes.







A única coisa que ela não quis fazer, mais por medo do que por falta de vontade, foi a pintura/tatuagem na mão, que a tia da recreação estava fazendo. Fez eu ficar na fila com ela e, quando chegou sua vez, arregou! Disse que era pra tia pintar a minha mão...




Mesmo depois de toda a comilança lá na quadra, Catarina ainda bateu um pratão de frango assado com batatas, pra tirar um cochilo logo em seguida. Enquanto isso nós, adultos, fizemos um churrasquinho.

À tarde teve mais brincadeira no parquinho. A diversão dela era sair correndo do banco onde nós estávamos, ir até o escorregador, sentar na beirinha e escorregar um tiquinho, voltar correndo até a gente e contar pra Mônica que tinha conseguido (escorregar sozinha). Foi e voltou mais de quinze vezes. Juro. Depois descansou no balanço, de onde não quis mais sair.














Quando começou a esfriar, subimos pro chalé e já comecei a levantar acampamento, voltamos pra casa a tempo de tomar banho, jantar e dormir – a noite inteira – sem remédios – graças ao bom Deus!!!

Sim, porque a moda, agora, lá em casa é insônia infantil...Mas isso já é assunto pra outro post.





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